Inspirado pelo Retiro da Fraternal
Ao longo de três dias, reuniram-se pastores e líderes, membros da FRATERNAL – Comunhão Nacional de Igrejas e Organizações Pentecostais e Carismáticas, para o seu V retiro, que acontece anualmente.
Na abertura, o Presidente da FRATERNAL, Pst. Carlos Cardoso, deu os bem-vindos a todos os presentes e desejou que para todos fosse um tempo de extrema comunhão e aproveitamento. Seguidamente, e em cada sessão, houve lugar para um pequeno tempo devocional, onde alguns temas de adoração foram interpretados, deixando o ambiente preparado para a introdução ao orador convidado, feita pelo Pastor Mário Rui, vice-presidente da FRATERNAL.
Foi então Paul Scanlon – Pastor Presidente da Abundant Life Church em Bradford - Inglaterra, o orador convidado, e trouxe como base da sua apresentação global, a referência da igreja que conduz, e a forma como nos últimos dez anos a tornou numa comunidade relevante, contextualizada e inclusiva. A expressão que marcou essa apresentação foi “reinventar a igreja” para o século XXI, onde falou de prácticas que levou a cabo para que esse processo acontecesse. Falou da realidade da sua igreja dessa época, do excesso de conforto e segurança que ela traduzia, e da forma como isso a estava a conduzir a um estado letárgico. Falou do quanto esse estado é altamente perigoso para uma igreja que pretende afectar e construir o Reino de Deus, não somente no presente, mas pricipalmente para a próxima geração e seguintes.
Paul Scanlon falou sobre reinventar a igreja e reformatar o nosso sistema de crenças como base dessa reinvenção, lançando o desafio aos presentes, de entrarem nas suas igrejas, na qualidade de visitantes, e percebendo-as na perspectiva de um visitante. Dessa forma o orador deixou clara a necessidade de compreender a mente interior de cada um dos que estão ou poderão vir a estar dentro das igrejas evangélicas. Falou sobre a busca incessante que estas pessoas fazem, pela paz a qual declarou ser, um sistema de crenças interior que sendo impossivel escolher o que se pretende “consumir” dele no imedito, é importante programar a cada dia . Neste contexto disse que “a fé é a manifestação do que cremos” e que ela se baseia nas nossas crenças, colocando a assim o nosso sistema interior de crença ligada ao nosso subconsciente e a fé ao nosso estado consciente.
Na penúltima sessão Paul Scanlon falou sobre a importãncia de correr riscos e no quanto á nossa volta tudo apela para a segurança, apelidando este estado social de “Paranóia da saúde e segurança”. A esse respeito lembrou o quanto tomar decisões, e até simplesmente viver, é um risco em si mesmo e, citando algumas frases do orador, lembrou que “Chorar é o risco de parecer fraco”, “Competir é arriscr perder”, “Ser confiante é arriscar parecer orgulhoso”, entre outras as quais resumiu dizendo que “arriscar nada, é o maior risco que podemos correr“.
A fechar o retiro o orador dirigiu-se aos pastores e líderes falando-lhes sobre a importãncia de envelhecer correctamente, dizendo que não é o envelhecer, mas a decadência física que nos conduz á morte. A este respeito deixou vários exemplos bíblicos, de antes e depois da declaração divina de limite de vida em Genesis 6:3.
O seu apelo final foi o de aprendermos a enviar sinais ao nosso corpo de que queremos viver e não morrer, através da boa manutenção fisica e da adopção de um estilo de vida saudável.
A sessão foi encerrada após um periodo de perguntas e respostas coordenada pelo pastor Mário Rui, pelo presidente da FRATERNAL, Carlos Cardoso.
O Movimento Lausanne é uma rede global de “praticantes-reflexivos” que compartilham a mesma visão para o trabalho da evangelização mundial.
Em What the World Owes to Christmas (O Que o Mundo Deve aos Cristãos), o Dr. Victor Pearce, um académico de Oxford, conta a história da máquina de escrever. “A máquina de escrever foi a precursora do processador de texto. Mas como foi que um cristão acabou por inventá-la? Para escrever sermões. Falo a sério! Christopher Sholes estava preocupado com o seu pastor que tinha estado toda a semana ocupado a visitar vítimas de uma epidemia, a confortar os enlutados e a fazer funerais. Por esta razão, ele não tinha tido tempo de escrever os seus sermões de Domingo.
Uma ideia dada por Deus pode mudar tanta coisa! O Braille de certeza que o fez! Em 1824, Louis Braille, um Cristão, inventou um sistema de pontos salientes para que as pessoas cegas pudessem ler. Ele inventou 63 símbolos representativos de todas as línguas, e então a Palavra de Deus foi, pela primeira vez, posta nas mãos das pessoas com problemas visuais. E as comunicações? Em parte, você deve o seu telemóvel e o seu computador a um cristão chamado Samuel Morse.
As boas ideias vêm de Deus, então peça-lhe uma. O mundo tem sido abençoado por aqueles que o fizeram. Pense na anestesia: imagina ser operado sem ela? Era assim que o faziam até que um médico escocês, chamado James Young Simpson, introduziu algo a que ele chamava “sono artificial”. Enquanto aluno na Universidade de Edimburgo, sentia-se atraído pela cirurgia porque o incomodava a dor e a taxa de mortalidade que se vivia durante as operações. Depois de ler: “Então o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão…” (Génesis 2:21), Simpson pensou que o clorofórmio poderia ser a solução. Primeiro experimentou nele próprio. Finalmente, em 1847, aconteceram as 3 primeiras operações com clorofórmio. Um dos doentes, um jovem soldado, gostou tanto da experiência que pegou na esponja e inalou outra vez. “Era demasiado bom para acabar” disse ele. Primeiro Simpson encontrou oposição. Alguns pensaram que era um pecado interferir com a natureza. “Passe-me a Bíblia” disse o Dr. Simpson “Foi assim que Deus operou Adão”. Simpson fez discursos, escreveu cartas e panfletos e tentou convencer aqueles que se opunham de que esta era a maneira de dar um passo em frente. Quando houve um atraso no processo ao ser atribuída ao clorofórmio a culpa de três mortes no hospital, Simpson conseguiu provar que a anestesia não estava a ser aplicada correctamente quando isso acontece. A maré mudou quando a rainha Vitória deu à luz o seu oitavo filho sob o efeito do clorofórmio e declarou que estava “bastante satisfeita com o efeito”.
A maioria de nós tem dificuldade em viver com os requisitos e as exigências diárias, assim como com as responsabilidad
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