A HISTÓRIA DO MOVIMENTO LAUSANNE
O Movimento Lausanne é uma rede global de “praticantes-reflexivos” que compartilham a mesma visão para o trabalho da evangelização mundial.
O movimento começou em 1974 através da visão de Billy Graham, que convocou o Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial em Lausanne, Suiça. John Stott foi o arquitecto chefe do histórico Pacto de Lausanne gerado no Congresso.
Através do trabalho criativo de Ralph Winter, o Congresso Lausanne de 1974 introduziu o paradigma dos “Povos Não Alcançados”, termo ainda usado na missiologia evangélica moderna.
Deus também usou as vozes proféticas de Samuel Escobar e Renè Padilha para ajudar a Igreja a recuperar uma melhor compreensão bíblica da natureza holística de sua missão.
Em 1975, na Cidade do México, Jack Dain, bispo em Sidney e presidente do Congresso, presidiu a formação do então conhecido como Comité Lausanne para a Evangelização Mundial. Gottfried Osei-Mensah (Gana) foi indicado para função de primeiro secretário geral. Leihhton Ford (USA) foi eleito presidente executivo.
O Movimento Lausanne não é uma organização de associados. É um movimento global formado por líderes que abraçam o Pacto de Lausanne e que compartilham o compromisso de colaborar no trabalho da evangelização mundial. Como resultado da visão partilhada e dos contactos firmados em congressos anteriores, centenas de parcerias estratégicas foram estabelecidas no trabalho relacionado a grupos de povos não alcançados, tradução da Bíblia, ministérios de compaixão e justiça, ministério com estudantes, educação teológica, rádio e publicações e plantio de igrejas.
A semente plantada no primeiro Congresso Lausanne sobre Evangelização Mundial levou ao Segundo Congresso Lausanne em Manila, Filipinas (1989) e ao Cape Town 2010: Terceiro Congresso Lausanne sobre Evangelização Mundial, realizado em colaboração com a Aliança Evangélica Mundial.
Em What the World Owes to Christmas (O Que o Mundo Deve aos Cristãos), o Dr. Victor Pearce, um académico de Oxford, conta a história da máquina de escrever. “A máquina de escrever foi a precursora do processador de texto. Mas como foi que um cristão acabou por inventá-la? Para escrever sermões. Falo a sério! Christopher Sholes estava preocupado com o seu pastor que tinha estado toda a semana ocupado a visitar vítimas de uma epidemia, a confortar os enlutados e a fazer funerais. Por esta razão, ele não tinha tido tempo de escrever os seus sermões de Domingo.
Uma ideia dada por Deus pode mudar tanta coisa! O Braille de certeza que o fez! Em 1824, Louis Braille, um Cristão, inventou um sistema de pontos salientes para que as pessoas cegas pudessem ler. Ele inventou 63 símbolos representativos de todas as línguas, e então a Palavra de Deus foi, pela primeira vez, posta nas mãos das pessoas com problemas visuais. E as comunicações? Em parte, você deve o seu telemóvel e o seu computador a um cristão chamado Samuel Morse.
As boas ideias vêm de Deus, então peça-lhe uma. O mundo tem sido abençoado por aqueles que o fizeram. Pense na anestesia: imagina ser operado sem ela? Era assim que o faziam até que um médico escocês, chamado James Young Simpson, introduziu algo a que ele chamava “sono artificial”. Enquanto aluno na Universidade de Edimburgo, sentia-se atraído pela cirurgia porque o incomodava a dor e a taxa de mortalidade que se vivia durante as operações. Depois de ler: “Então o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão…” (Génesis 2:21), Simpson pensou que o clorofórmio poderia ser a solução. Primeiro experimentou nele próprio. Finalmente, em 1847, aconteceram as 3 primeiras operações com clorofórmio. Um dos doentes, um jovem soldado, gostou tanto da experiência que pegou na esponja e inalou outra vez. “Era demasiado bom para acabar” disse ele. Primeiro Simpson encontrou oposição. Alguns pensaram que era um pecado interferir com a natureza. “Passe-me a Bíblia” disse o Dr. Simpson “Foi assim que Deus operou Adão”. Simpson fez discursos, escreveu cartas e panfletos e tentou convencer aqueles que se opunham de que esta era a maneira de dar um passo em frente. Quando houve um atraso no processo ao ser atribuída ao clorofórmio a culpa de três mortes no hospital, Simpson conseguiu provar que a anestesia não estava a ser aplicada correctamente quando isso acontece. A maré mudou quando a rainha Vitória deu à luz o seu oitavo filho sob o efeito do clorofórmio e declarou que estava “bastante satisfeita com o efeito”.
A maioria de nós tem dificuldade em viver com os requisitos e as exigências diárias, assim como com as responsabilidad
Aqui estão dois livros muito interessantes e de excelente conteúdo para se ler e estudar – RELACIONAMENTOS! Esta é uma matéria muito actual e pertinente, sobretudo nos contextos de uma sociedade muito centrada na performance do indivíduo.
É um devocional da UCB Portugal. Simplesmente Excelente! Dos melhores que já tenho lido. Em muitas, mas mesmo muitas, tenho sido bastante EDIFICADO, com os seus textos diários. Não perca este devocional. Pode adquiri-lo na nossa livraria.
Seth Godin, é para mim e para outros, um dos maiores experts do mundo Web. Sou um “fã” de Seth Godin. Tenho aprendido muito com ele. Tribos foi o meu primeiro contacto com o seu pensamento – Absolutamente CONTEMPORÂNEO e DESAFIADOR. Leiam-no e desfrutem-no.
Já pensaram na pachorra que é preciso ter, para ser Deus? Lidar com toda a humanidade ao mesmo tempo deve ser horrível. É que Deus tem de conviver com todo o tipo de pessoas. Neste caso é mesmo todo o tipo de pessoas. Não há dúvida que Deus tem de ser Deus só para conseguir suportar ser Deus. Ser Deus é ser incompreendido. Não existe nada no mundo tão evidente, tão visível, tão compreensível como Deus. Deus, porque é Deus, resplandece em tudo. Por isso a existência de Deus é uma das certezas mais consensuais da humanidade. No entanto Deus está também acima de tudo, infinitamente acima de tudo. Claro que Deus sabe que as suas criaturas nunca O conseguirão compreender. O problema não está aí, mas na forma como as criaturas lidam com o que não entendem. Muitos não Lhe ligam nenhuma. Aproveitam tudo o que Ele lhes dá, sem sequer uma palavrinha para agradecer aquilo que, afinal, é tudo o que eles têm e são. Por vezes até exigem mais, invocando direitos inalienáveis. Se Deus não existisse como podiam existir direitos?
É daqueles livros que têm que ser lidos e relidos. Já o fiz uma vez, mas vou voltar às suas páginas com um lápis e muitas folhas de papel. (Ainda faço parte dos que escrevem no papel e não no computador).