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	<title>blog.Carlitos &#187; AS MINHAS REFLEXÕES</title>
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		<title>O horror do vazio</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[MÁRIO CRESPO &#8211; Jornal de Notícias 25.11.2009
Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates,
secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.
Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MÁRIO CRESPO &#8211; Jornal de Notícias 25.11.2009<br />
<img class="alignleft" style="margin: 10px; float: left;" title="Mario Crespo" src="http://fotos.sapo.pt/Zf8LUQWoPHCZ9zZGGeq5/" alt="Mario Crespo" width="211" height="306" />Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates,<br />
secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.</p>
<p>Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias os mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica &#8220;a morte do sentido de tudo&#8221; dos Niilistas de Nitezsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um &#8220;casamento&#8221; nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a  possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência.</p>
<p>Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer. Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em  presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do &#8220;casal&#8221; de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que  o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie. Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um &#8220;casamento&#8221; porque não são o &#8220;acasalamento&#8221; tão apropriadamente descrito por Louçã. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo &#8220;liberalismo moral&#8221; como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade. São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o &#8220;fracasso político-económico&#8221; do regime. O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.</p>
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		<title>O Potencial de uma Parceria</title>
		<link>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/348</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 11:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Aquilo que não podes efectuar sozinho, podes  muitas vezes, realizá-lo com um companheiro.&#8221;
Foi esta simples verdade, que dois veteranos da II Guerra Mundial ensinaram a um artista cómico da época.
Pouco depois da II Guerra Mundial ter terminado, Jimmy Durante foi convidado a executar um dos seus números mais populares num espectáculo para veteranos da II [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 10px; float: left;" title="O Potencial de uma parceria" dir="ltr" src="http://www.tds-enterprise.com/img/Empresa_Parceria.jpg" alt="mãos" width="217" height="145" /><em>&#8220;Aquilo que não podes efectuar sozinho, podes  muitas vezes, realizá-lo com um companheiro.&#8221;</em></p>
<p>Foi esta simples verdade, que dois veteranos da II Guerra Mundial ensinaram a um artista cómico da época.<br />
Pouco depois da II Guerra Mundial ter terminado, Jimmy Durante foi convidado a executar um dos seus números mais populares num espectáculo para veteranos da II Grande  Guerra. Depois de consultar a sua agenda, bastante preenchida, decidiu que o melhor que podia dar era fazer um breve monólogo de cinco minutos, tendo de partir logo a seguir para actuar num outro espectáculo. Ele informou o director do espectáculo desta situação, sendo assim, a sua oferta foi aceite com grande alegria, por parte do director.</p>
<p>Chegado o dia do espectáculo, os lugares da audiência começaram a ser ocupados por veteranos de guerra, ansiosos por assistirem a uma boa exibição. Jimmy Durante subiu ao palco e deu início ao curto monólogo, conforme planeado. Passaram-se os cinco minutos. Ele continuou em palco. Passaram-se outros cinco minutos. E ele continuava em palco, fomentando um crescendo dos aplausos vindo do público. Outros cinco minutos foram gastos. Depois dez, quinze, vinte. O aplauso aumentava com a passagem de cada minuto, até que finalmente depois de trinta minutos Jimmy Durante fez uma última vénia e desceu do palco. Nos bastidores foi abordado por um dos espectadores, o qual lhe perguntou qual a razão para ele ficar tanto tempo em actuação, visto toda a gente saber que ele tinha de efectuar outro espectáculo.<span id="more-348"></span></p>
<p>Jimmy respondeu, &#8220;Na realidade eu já devia ter partido, mas há uma razão para eu ter aumentado o tempo do espectáculo. E tu podes ver essa razão se observares a primeira fila&#8221;. Sentados na primeira fila estavam dois veteranos, os quais tinham perdido, ambos, um braço. Um deles, o esquerdo, e o outro, o direito. Mas juntos eles conseguiam bater palmas. E era exactamente isso que faziam, com enormes sorrisos nas suas faces.</p>
<p>O que Jimmy Durante observou nesse dia foi o testemunho da parceria. Os dois veteranos juntos, faziam aquilo que não podiam fazer sozinhos. Isto é a essência das parcerias; conseguem alcançar mais, ter maiores visões. Tornamo-nos mais eficazes no que fazemos quando nos apercebemos de que as parcerias aumentam o nosso potencial &#8211; em mais do que uma maneira.<img style="float: right;" title="O Potencial de uma parceria" dir="rtl" src="http://www.triscal.com.br/portal/page/portal/Triscal/Parcerias/foto_parceria.jpg" alt="puzelle" width="189" height="142" /></p>
<ol>
<li><strong>As parcerias identificam mais oportunidades. </strong>É sempre valioso trazer &#8220;olhos frescos&#8221; antes de tomarmos uma decisão importante, ou antes de começarmos um novo projecto. Os olhos descansados do sócio podem trazer uma nova perspectiva à habilidade de discernirmos novas oportunidades. Um sócio com olhos descansados, muitas vezes assegura que as melhores decisões e oportunidades não são desperdiçadas.</li>
<li><strong>Parcerias aumentam a nossa força. </strong>Está estimado que se um homem pudesse fazer com que todos os músculos do seu corpo trabalhassem em uníssono, poderia levantar mais de 25 toneladas. Em comparação, o recorde mundial para levantamento de pesos &#8211; usando a capacidade máxima de um dos músculos principais &#8211; está um pouco acima dos 500 quilos. O mesmo princípio actua nas parcerias. Com um sócio, um sonho de 25 toneladas pode ser alcançado, o qual está fora do nosso alcance se actuarmos sozinhos.</li>
<li><strong>Parcerias intensificam o nosso comprometimento. </strong>O comprometimento de cada parceiro torna-se maior e a caminhada mais suave, quanto mais tempo eles permanecerem em uníssono. É o princípio do &#8220;eu faço se tu fizeres&#8221;, que é tão frequente ser usado pelas crianças. Temos mais confiança para atingirmos um objectivo quando alguém se compromete a atingi-lo connosco, e despendemos menos tempo a preocupar-nos se iremos falhar nas nossas expectativas.</li>
<li><strong>Parcerias purificam os nossos motivos</strong>. O autor Tim Hansel escreve, &#8220;<span style="text-decoration: underline;">Fisiológicamente, cada célula do nosso corpo foi criada em relação a todas as outras células. O propósito final de cada célula é permitir que as outras células funcionem. A única célula que existe para si mesma é a célula do cancro&#8221;. O jogador que actua só em proveito próprio, tem tanto valor para a equipa como para o corpo tem valor uma célula cancerígena</span>.</li>
<li><strong>Parcerias aumentam as nossas habilidades</strong>. Há pouca gente que se lembre dos bons jogadores em equipas que acabem em último lugar. Apesar de um jogador talentoso ter uma habilidade comparável aos melhores do campeonato, o valor do jogador não é verdadeiramente magnificado até que ele esteja rodeado e suportado por uma equipa, cujo objectivo é o mesmo deste jogador. As equipas de um campeonato estão cheias de super-estrelas.</li>
<li><strong>Parcerias clarificam a nossa missão</strong>. Um vez alguém disse: &#8220;Se te aperceberes que estás no caminho errado, pára, volta ao lugar de onde saíste do verdadeiro caminho&#8221;. <span style="text-decoration: underline;">Um bom parceiro dá clareza aos nossos passos e adiciona responsabilidade ao nosso propósito. Quando para se dar um passo errado é necessário mais de uma pessoa, cada passo que se dá tem uma fundação mais forte</span>.</li>
</ol>
<p>De John Maxwell.</p>
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		<title>&#8220;Cuidado com os Bombeiros&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 11:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[No mundo real, os homens e as mulheres que combatem os fogos são heróis &#8211; extinguindo fogos perigosos, fazendo com que as propriedades não sejam danificadas, e salvando vidas. Mas em relação ao manter o fogo da paixão aceso, não há ninguém a quem tu mais devas evitar do que um &#8220;bombeiro&#8221;. Assim como os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float: left; margin: 10px;" title="cuidado com os bombeiros" src="http://josemaria.planetaclix.pt/gifcarros/bombeiros009.jpg" alt="carro de bombeiros" width="165" height="123" />No mundo real, os homens e as mulheres que combatem os fogos são heróis &#8211; extinguindo fogos perigosos, fazendo com que as propriedades não sejam danificadas, e salvando vidas. Mas em relação ao manter o fogo da paixão aceso, não há ninguém a quem tu mais devas evitar do que um &#8220;bombeiro&#8221;. Assim como os Fariseus no tempo de Jesus, estas pessoas parecem fazer o propósito da sua vida apagar sonhos e deitar água na paixão.</p>
<p>Na história de Neemias, Sambalat e Tobias eram &#8220;bombeiros&#8221; clássicos. Sentindo-se ameaçados por aquilo que Neemias estava a tentar fazer, usaram de todas as tácticas imagináveis para apagarem a paixão que se tinha apoderado do povo de Jerusalém.<strong><span id="more-343"></span></strong></p>
<p><strong>Para protegeres o teu fogo dos ataques dos &#8220;bombeiros&#8221;, tem em atenção as pessoas que&#8230;</strong></p>
<ol>
<li><strong>&#8230;centram a sua atenção no que está errado numa ideia, em vez de se focarem naquilo que está certo. </strong><br />
&#8220;Muitos &#8220;bombeiros&#8221; são pessoas ávidas de perfeição, as quais só conseguem ver os defeitos num dado plano. Rejeitam este plano em vez de tentarem encontrar maneiras de o melhorar.<br />
Quando confrontado com esta atitude, insiste que, para cada problema que eles notem tenham de descobrir uma solução.</li>
<li><strong>&#8230;possuam um espírito inquiridor. </strong>Sendo devido a uma falta de confiança ou a um problema em lidar com a autoridade, os &#8220;bombeiros&#8221; parecem sempre relutantes em aceitar uma ideia nova sem tentarem esmiuçá-la . Ao seguires a paixão que Deus te tem dado, certifica-te de que fazes o trabalho de casa, para estares apto a responder a todas as perguntas básicas.</li>
<li><strong>&#8230; trabalham nos bastidores de modo a causar dissensão.</strong> Esta é a área onde os &#8220;bombeiros&#8221; podem criar o maior impacto negativo. Enquanto te encontras à cabeça liderando o povo, eles posicionam-se na retaguarda, tentando destruir o sonho, despejando baldes cheios de desconfiança no meio dos crentes. Confronta estas pessoas directamente e em privado (para que a confrontação não semeie mais sementes de discórdia). Quando começarem a falar, diz algo deste teor: &#8220;Eu percebo que esteja preocupado com&#8230;&#8221; ou, &#8220;Gostava de ouvir as suas preocupações, para podermos resolver os problemas&#8221;.</li>
<li><strong>&#8230;odeiam mudança. </strong>Resistência à mudança é a fonte de todo o trabalho do &#8220;bombeiro&#8221;. Muitos deles sentem-se ameaçados por toda e qualquer mudança, e farão tudo o que for necessário para fazer com que a mudança não aconteça. Para tranquilizar estas pessoas, começa por reconhecer que a mudança é aterradora. Então, devido a teres feito o trabalho de casa, mostrar-lhes como é boa a ideia, um passo de cada vez.</li>
</ol>
<p>Partilhei contigo algumas das maneiras de lidar com este tipo de pessoas que frequentam a tua igreja ou organização. Mas convence-te, que tal como Jesus e Neemias, poderás não conseguir mudar a maneira de pensar de todos os &#8220;bombeiros&#8221;. Trata estes que se recusam a mudar com amor e respeito, mas mostra-lhes claramente que as tácticas por eles usadas não estão certas &#8211; e que não vão ter sucesso para apagar esse fogo.</p>
<p>De John Maxwell</p>
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		<title>A chave para Crescimento da Liderança</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 15:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Queres ser um melhor líder? Ao leres LEADERSHIP WIRED, mostraste o teu interesse em desenvolver as tuas capacidades de liderança. Mas será que na realidade compreendemos o que é a liderança?
Liderança é influência &#8211; nada mais, nada menos. Pensa um pouco &#8211; quanto mais influência tiveres, mais dispostas estão as pessoas em seguir-te. Como diz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: 10px; float: left;" title="A chave para crescimento da liderança" dir="ltr" src="http://www.acrodex.com/upload/files/images/Leadership2.jpg" alt="leader" width="315" height="211" />Queres ser um melhor líder? Ao leres LEADERSHIP WIRED, mostraste o teu interesse em desenvolver as tuas capacidades de liderança. Mas será que na realidade compreendemos o que é a liderança?</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Liderança é influência</span> &#8211; nada mais, nada menos. Pensa um pouco &#8211; <span style="text-decoration: underline;">quanto mais influência tiveres, mais dispostas estão as pessoas em seguir-te</span>. Como diz o velho ditado, &#8220;O que pensa que é líder, mas não tem ninguém a segui-lo, está simplesmente a passear&#8221;. Tendo definido liderança, estamos prontos a estudar a maneira como ela funciona. Uma das chaves para nos tornarmos melhores líderes é compreender os cinco níveis da liderança.<span id="more-326"></span></p>
<p><strong>NÍVEL 1 -<span style="text-decoration: underline;"> POSIÇÃO</span></strong></p>
<p>&#8220;Ei, eu sou o pastor (ou gerente)! Não sabem que é suposto seguirem a minha autoridade?! Já ouviram pessoas falarem assim? Provavelmente já. <span style="text-decoration: underline;">Muitas pessoas na sociedade moderna equacionam liderança com a posição que ocupam</span>. Mas uma vez que se descobre que liderança é influência, descobrimos que o <span style="text-decoration: underline;">título é o nível mais baixo da influência</span>. <span style="text-decoration: underline;">A este nível, as pessoas podem seguir-te, mas só porque <strong>são obrigados a isso</strong></span>. A influência está baseada na descrição do trabalho, e as pessoas não te seguem para lá da fronteira estabelecida pela autoridade da posição.</p>
<p>O Nível Um é um bom lugar para se iniciar, mas um lugar horrível para se permanecer. Líderes que permanecem neste nível experimentam insegurança, grande rotação de pessoas e fricção. À medida que os líderes de posição focam a sua energia em estabelecer o seu <span style="text-decoration: underline;">direito</span> à liderança, os seus seguidores tornam-se frustrados e desmotivados. Para alcançar uma liderança duradoura, o líder deve avançar para o nível seguinte.</p>
<p><strong>O NÍVEL 2 &#8211; <span style="text-decoration: underline;">PERMISSÃO</span></strong></p>
<p>&#8220;Claro que trabalho horas extras, hoje à noite, neste projecto. É o mínimo que posso fazer por ti&#8221;. O líder no nível da permissão com frequência ouve comentários desta natureza, devido a ter estabelecido uma relação com os seus seguidores. À medida que as pessoas começam a gostar do líder, elas seguem-no <strong><span style="text-decoration: underline;">porque o querem seguir</span></strong>.</p>
<p>Esta fase da liderança faz com que o trabalho do ministério se torne agradável para todos. Os seguidores esforçam-se numa boa atiude. Mas isto é só o segundo nível. Se um líder permanecer aqui e não avançar para o nível seguinte, ele descobre que não usufruí do respeito que gostava de ter, e qualquer pessoa da equipa que esteja altamente motivada torna-se inquieta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>NÍVEL 3 &#8211; PRODUÇÃO</strong></span></p>
<p>&#8220;Já fizeste tanto por esta igreja &#8211; é claro que te apoio no programa de construção&#8221;. As pessoas seguem o líder <strong>devido ao que ele fez em prol da organização</strong>. O impeto ganha velocidade à medida  que os seguidores vêm os resultados que a liderança alcançou e fazem uma decisão consciente de se &#8220;juntarem ao movimento&#8221;. Como resultado, ao alcançarem a visão e actuarem nesta visão, começam a partilhar do sucesso.</p>
<p>Este nível é importante, e muitos líderes eficazes permanecem nele durante muito tempo. Mas só no próximo pode um líder ajudar o seu povo a sentirem o seu sucesso.<img style="float: right;" title=" A chave para crescimento da liderança" dir="rtl" src="http://www.portaldaadministracao.org/wp-content/uploads/2008/04/lideranca.jpg" alt="Homens" width="183" height="121" /></p>
<p><strong>NÍVEL 4 &#8211; <span style="text-decoration: underline;">DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS</span></strong></p>
<p>Eu tenho-me desenvolvido desta maneira devido ao teu investimento na minha vida&#8221;, isto dizem os seguidores a este nível. &#8220;A minha lealdade é definitivamente tua&#8221;. Lealdade é a &#8220;palavra mágica&#8221; no nível quatro. Os líderes que trabalham no desenvolvimento das pessoas têm uma meta que é <span style="text-decoration: underline;">reproduzir</span> o seu tipo de liderança noutros. E as pessoas ao atingirem o seu potencial pessoal, seguem o líder <span style="text-decoration: underline;">devido a tudo o que o líder</span> <span style="text-decoration: underline;">fez por eles</span>. O líder que atinge este nível alcançou uma grande meta. Os seus seguidores sentem uma ligação pessoal com ele, enquanto continuam a crescer. Na verdade, muitos líderes com capacidade, esperam algum dia, alcançar este nível. Mas há ainda um nível final, ao qual só pequeno grupo de pessoas que exercem grande influência, consegue atingir.</p>
<p><strong>NÍVEL 5 &#8211; <span style="text-decoration: underline;">ESTATUTO PESSOAL</span></strong></p>
<p>Poucos líderes atingem este nível. E os que o atingem é devido ao facto de terem gasto uma vida em favor das pessoas e das organizações. A este nível as pessoas seguem-nos <span style="text-decoration: underline;">devido ao que eles são e ao que representam</span>. A sua reputação precede-os, e as pessoas procuram-nos e às suas organizações. Poucos alcançam este nível, mas os que o conseguem tornam-se maiores que a vida. Óbviamente, Jesus viveu a este nível. Mas outros atingiram-no, pessoas como: Billy Graham, Madre Teresa, Bill Bright e Martin Luther King Jr.<br />
Se queres uma liderança que permaneça, dá passos em direcção  a estes níveis superiores. O investimento que fizeres no teu crescimento terá como resultado uma maior lealdade, entrega, produtividade e crescimento dos teus seguidores. E a tua influência aumentará vezes sem conta.</p>
<p>De: John Maxwell</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Características de igrejas &#8220;que curam&#8221;</title>
		<link>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/298</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 15:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução
Deus designou a IGREJA para ser uma COMUNIDADE DE SALVAÇÃO.
Uma das palavras para SALVAÇÃO é:
SOZO que significa:
LIVRE, SALVO, RESTAURADO, CURADO ETC.
Desta forma podemos afirmar que uma Igreja deve ser:
UM CENTRO DE SALVAÇÃO
UM CENTRO DE CURA
UM CENTRO DE LIBERTAÇÃO E RESTAURAÇÃO
É no entanto minha convicção que a ÊNFASE OU O FOGO da Igreja, deve ser SEMPRE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><img class="alignleft" style="margin: 10px; float: left;" title="Características de igrejas &quot;que curam&quot;" dir="ltr" src="http://codybateman.files.wordpress.com/2007/11/salvation.jpg" alt="salvação" width="252" height="161" />Introdução</h3>
<p>Deus designou a<strong> IGREJA</strong> para ser uma <strong>COMUNIDADE DE SALVAÇÃO</strong>.</p>
<p>Uma das palavras para <strong>SALVAÇÃO</strong> é:</p>
<p><em><strong>SOZO</strong></em> que significa:</p>
<p><strong>LIVRE, SALVO, RESTAURADO, CURADO ETC.</strong></p>
<p>Desta forma podemos afirmar que uma Igreja deve ser:</p>
<p><strong>UM CENTRO DE SALVAÇÃO</strong></p>
<p><strong>UM CENTRO DE CURA</strong></p>
<p><strong>UM CENTRO DE LIBERTAÇÃO E RESTAURAÇÃO</strong></p>
<p>É no entanto minha convicção que a <span style="text-decoration: underline;"><strong>ÊNFASE OU O FOGO</strong> da Igreja</span>, deve ser <strong>SEMPRE JESUS</strong> e não tanto a cura. A ênfase na cura põe a <strong>&#8220;CARROÇA À FRENTE DOS BOIS</strong>&#8220;, como se costuma dizer.</p>
<p><strong>A CHAVE PARA A CURA NÃO DEVE SER, OU NÃO DEVE ESTAR CENTRADA, NA TÉCNICA, NA DOUTRINA OU NA EXPERIÊNCIA</strong>, <span style="text-decoration: underline;">embora tudo isso seja bom e necessário</span>.</p>
<p>Um ambiente que seja genuín0 e completamente cheio da presença de Jesus &#8211; <span style="text-decoration: underline;">ou seja numa atmosfera de adoração</span> &#8211; <span style="text-decoration: underline;">irá automaticamente tornar-se num ambiente de cura</span>.</p>
<p>Igrejas com ministérios de cura têm descoberto que devem tornar-se também CENTROS DE DISCIPULADO onde se enfatiza a Palavra de Deus.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Devemos traçar uma linha clara e distinta entre um estilo de vida de seguir a Cristo, e um estilo de vida de conveniência</span>.<span id="more-298"></span></p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS DE IGREJAS COM UM AMBIENTE DE CURA BÍBLICA</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>1ª Igrejas em que a cura respeita as fronteiras pessoais e encoraja a maturidade</strong>.</p>
<ul style="padding-left: 30px;">
<li>
<ul>
<li>Em muitas igrejas hoje em dia, há um controlo excessivo da vida dos crentes, por parte da liderança.</li>
<li>Os líderes espirituais devem ter cuidado acerca de inconscientemente, sentarem-se eles mesmos no lugar de Deus, invadindo fronteiras nas vidas das pessoas que somente pertencem a Deus.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2ª IGREJAS onde há DISPONIBILIDADE para PERDOAR e ACEITAR as pessoas.</strong></p>
<ul style="padding-left: 60px;">
<li>Igrejas onde não praticam a cura são <strong>RÍGIDAS, JULGAMENTAIS</strong> e <strong>CENTRADAS EM REGRAS</strong>.</li>
</ul>
<ul style="padding-left: 60px;">
<li><span style="text-decoration: underline;">Jesus tinha perdão até para Judas</span>.</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>3ª IGREJAS onde há cura evitam utilizar a  CULPA e a CONDENAÇÃO como MOTIVAÇÃO para a  CURA</strong>.</p>
<blockquote>
<ul>
<li>Eu acredito que a culpa é uma &#8220;<strong>ferramenta</strong>&#8221; poderosa para fazer com que as coisas andem mais depressa, <strong>MAS NUNCA É UMA FERRAMENTA SAUDÁVEL</strong>.</li>
<li>De uma forma geral, a culpa é sempre o <strong>RESULTADO DE UMA PREGAÇÃO LEGALISTA</strong>.</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>4ª Igrejas onde há cura <span style="text-decoration: underline;">dão valor ao perdido</span>.</strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li><strong><span style="text-decoration: underline;">AS MOTIVAÇÕES DO EVANGELISMO</span> dão valor ao perdido, à pessoa em si nos seus problemas.</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>AS MOTIVAÇÕES DO EVANGELISMO não estão no CRESCIMENTO NUMÉRICO DA igreja.</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>5º Igrejas onde há cura não CATEGORIZAM ou CONDENAM as pessoas.</strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li>Nós devemos estar ancorados ao facto de não categorizar e desprezar as pessoas pelo seu comportamento pecaminoso.</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>6º Igrejas onde há cura vêem o Cristianismo como uma jornada e não como uma meta.<img style="float: right;" title="Características de igrejas &quot;que curam&quot;" dir="rtl" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:dExAmN-5jFpmNM:http://www.semipa.org.br/viveremcristo/conhecajesus/images/img_003.jpg" alt="mão" width="142" height="112" /></strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li>Demasiadas igrejas vêem a<strong> &#8220;ORAÇÃO DA PREGAÇÃO&#8221;, </strong>como um ponto a partir do qual, todos os problemas deviam ser instantaneamente resolvidos.</li>
</ul>
</blockquote>
<blockquote>
<ul>
<li>No Cristianismo temos que lidar com valores tais como<strong>:</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<blockquote>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>CRESCER</strong></li>
<li><strong>APRENDER</strong></li>
<li><strong>ARREPENDER</strong></li>
<li><strong>MUDAR ETC.</strong></li>
</ul>
</blockquote>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><span style="text-decoration: underline;">PARAR, NUNCA É UM ALVO DE VALOR</span>.</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>7ª Igrejas onde há cura acreditam na CURA MILAGROSA HOJE.</strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li>Nós necessitamos de encorajar, de estimular as pessoas a uma atmosfera cheia da fé.</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>8ª Igrejas onde há cura evitam RESPOSTAS TEOLÓGICAS ARGUMENTATIVAS para assuntos difíceis.</strong></p>
<ul style="padding-left: 30px;">
<li>
<ul>
<li>Explicar a dor, o problema, o sofrimento, a morte com frases simples tais como:</li>
</ul>
</li>
</ul>
<blockquote>
<ul>
<li><strong>&#8230;É falta de fé!<br />
</strong></li>
<li><strong>&#8230;É falta de oração!</strong></li>
<li><strong>&#8230;É porque há pecado na sua vida!</strong></li>
<li><strong>&#8230;É porque não dá o dízimo!</strong></li>
<li><strong>ETC.</strong></li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 60px;">É<strong> IRRACIONAL </strong>e denota falta de sabedoria e inteligência espiritual<strong>.</strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li>Até à 2ª Vinda de Jesus, quando nos for dado completo entendimento, devemos encarar as circunstâncias adversas, através da<strong> GRAÇA </strong>que Deus providenciou para nós.</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>9ª Igrejas que curam são optimistas e nutrem esperança.</strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li>A pregação constante de tópicos negativos<strong> IMPEDEM </strong>a CURA.</li>
<li>A pregação<strong> POSITIVA E OPTIMISTA </strong>constroem a<strong> ESPERANÇA </strong>e<strong> LIBERTAM  A CURA </strong>numa igreja.</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>10ª Igrejas que curam prosseguem na CONSTRUÇÃO DE RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS.</strong></p>
<blockquote>
<ul>
<li>Relacionamentos desiquilibrados sempre destroem os ambientes de cura e criam uma atmosfera de destruição.</li>
</ul>
</blockquote>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frases e textos que me inspiram</title>
		<link>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/294</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 14:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[FRASES QUE ME INSPIRAM]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero partilhar convosco um pacto que tem 2 séculos e meio de existência. Oram leiam!
&#8220;PACTO DE DISCÍPULOS DO SENHOR JESUS CRISTO CONTRA A PRÁTICA DA MÁ LÍNGUA E DO CORTE NA CASACA&#8221;
Em 1752 um grupo de homens, apelidados de &#8220;metodistas&#8221;, entre os quais estava John Wesley, assinou o seguinte pacto, que cada um deles colocou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 10px; float: left;" title="frases e textos que me inspiram" dir="ltr" src="http://www.icicom.up.pt/blog/rasganco/arquivos/foto8.jpg" alt="mãos" width="206" height="173" />Quero partilhar convosco um pacto que tem 2 séculos e meio de existência. Oram leiam!</p>
<p>&#8220;<span style="text-decoration: underline;"><strong>PACTO DE DISCÍPULOS DO SENHOR JESUS CRISTO CONTRA A PRÁTICA DA MÁ LÍNGUA E DO CORTE NA CASACA</strong></span>&#8221;</p>
<p>Em 1752 um grupo de homens, apelidados de &#8220;metodistas&#8221;, entre os quais estava John Wesley, assinou o seguinte pacto, que cada um deles colocou na parede de seu gabinete.</p>
<p><strong>Fica estabelecido entre nós, que assinamos este documento</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Que não ouviremos, nem procuraremos saber de más informações a respeito uns dos outros; </strong></li>
<li><strong>Que, no caso de</strong>, fora de nosso controle, <strong>ouvirmos algum mal acerca de outros, não seremos afoitos em acreditar; </strong></li>
<li><strong>Que, assim que for possível, comunicaremos oralmente ou por escrito, à parte</strong> visada, <strong>aquilo que ouvimos</strong> a seu respeito;</li>
<li><strong>Que, enquanto não tivermos feito isso, não continuaremos a qualquer outra pessoa uma só sílaba do que ouvimos; </strong></li>
<li><strong>Que nem tampouco o mencionaremos, a </strong>qualquer <strong>outra que seja, depois</strong> de o ter feito;<strong> </strong></li>
<li><strong>Que não faremos excepção de nenhuma destas regras, a não ser que nos julguemos absolutamente obrigados a faze-lo em reunião de grupo.<br />
</strong></li>
</ul>
<p>O que sucederia aos nossos relacionamentos, aos nossos ministérios, às nossas igrejas, se decidíssemos viver este pacto?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amigos!</title>
		<link>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/247</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 10:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Como puderam verificar estive uns meses sem escrever nada. Tive necessidade de fazer um tempo de paragem e também de reflexão pessoal, face a uma série de coisas, que têm vindo a ocorrer na minha vida pessoal e ministerial. Nada de grave! Apenas um tempo &#8220;terapêutico&#8221; e de descanso; ponto final.
Estou de regresso a este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: 10px; float: left;" title="Amigos" dir="ltr" src="http://tbn1.google.com/images?q=tbn:E2_lv5Z5ttjXcM:http://frasesdavida.files.wordpress.com/2008/10/amigos1.jpg" alt="Amigos" width="194" height="139" />Como puderam verificar estive uns meses sem escrever nada. Tive necessidade de fazer um tempo de paragem e também de reflexão pessoal, face a uma série de coisas, que têm vindo a ocorrer na minha vida pessoal e ministerial. Nada de grave! Apenas um tempo &#8220;terapêutico&#8221; e de descanso; ponto final.</p>
<p>Estou de regresso a este espaço, onde espero continuar a escrever sobre mim e sobre o que penso do tudo e do nada, sobre as coisas que me impressionam, que me motivam e estimulam a ser o que sou, e o que ainda espero ser. Não sou (felizmente) um produto acabado. Acredito que tenho muito a aprender e consequentemente a CRESCER. Foram uns meses de paragem, mas muito ricos nos seus desafios. Pude ouvir dos homens e de Deus, fundamentalmente. A todos aqueles amigos, que me estimularam a continuar aqui vai um grande abraço.<br />
Vocês são uma grande benção para a minha vida.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>KAKÁ NÃO É DESTE PLANETA</title>
		<link>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/217</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 12:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>
		<category><![CDATA[Cristãos]]></category>
		<category><![CDATA[Exemplo]]></category>
		<category><![CDATA[Kaká]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há dias, quando viajava para o Luxemburgo, abri o jornal desportivo Record, de 21 de Janeiro deste ano, e deparei-me com um artigo de opinião, que tinha como título, Kaká não é deste planeta.
Como sei que Kaká (eleito o melhor jogador do mundo de futebol no ano de 2008, Cristiano Ronaldo foi-o este ano), é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-220" title="blog_kaka" src="http://www.icmav.org/blog.carlitos/wp-content/uploads/2009/01/blog_kaka.jpg" alt="blog_kaka" width="431" height="181" /></p>
<p>Há dias, quando viajava para o Luxemburgo, abri o jornal desportivo Record, de 21 de Janeiro deste ano, e deparei-me com um artigo de opinião, que tinha como título, <strong>Kaká não é deste planeta</strong>.<br />
Como sei que Kaká (eleito o melhor jogador do mundo de futebol no ano de 2008, Cristiano Ronaldo foi-o este ano), é um cristão convicto e assumido, comecei a ler a notícia, ou antes, o artigo, com redobrada atenção. É então que, leio o seguinte, <strong>“…Já se sabia que kaká vive perfeitamente desenquadrado da tribo do futebol no que toca a modelos de comportamento. A primeira imagem que passa é mesmo a de um cidadão exemplar que, por acaso, também é um futebolista extraordinário.”</strong><br />
Infelizmente, algumas vezes, ouvimos ou lemos notícias de cristãos, que nos deixam envergonhados, mas esta não foi o caso, pelo contrário, deixa-nos a todos orgulhosos pelo facto de alguém tão importante no mundo do futebol, dar um testemunho exemplar com a sua vida, do que significa ser um cristão.<br />
O jornalista pergunta no fim do seu artigo, <strong>“Haverá outro Kaká no mundo?”</strong><br />
Sem dúvida que é uma pergunta pertinente. É claro, que eu conheço muitos Kaká’s, só que não jogam futebol, fazem outras coisas, que infelizmente não têm o mesmo mediatismo, mas…<em><strong>que eles existem, existem</strong></em>.<br />
Contudo, estou muito contente por aquilo que o Kaká representa para todos nós, cristãos e não só – <strong><em>um exemplo de</em></strong> <em><strong>vida</strong></em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>RECUSO-ME A ESTAR DESENCORAJADO</title>
		<link>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/211</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 16:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.icmav.org/blog.carlitos/?p=211</guid>
		<description><![CDATA[Recuso-me a estar desencorajado,
Estar triste, ou chorar,
Eu recuso-me a estar em baixo,
E esta é a razão:
Eu tenho um Deus que é Poderoso,
Soberano e Supremo,
Tenho um Deus que me ama,
E estou na sua equipa.
Ele é  Sábio e Poderoso,
Jesus é o Seu nome.
Ainda que tudo mude,
O meu Deus permanece o mesmo
O meu Deus sabe tudo o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img style="margin: 10px; float: left;" title="Deus poderoso" dir="ltr" src="http://baixaki.ig.com.br/imagens/wpapers/BXK6380_bergen-passeio-fjords-10-05-04-9800.jpg" alt="Deus poderoso" width="200" height="150" />Recuso-me a estar desencorajado,<br />
Estar triste, ou chorar,<br />
Eu recuso-me a estar em baixo,<br />
E esta é a razão:</p>
<p>Eu tenho um Deus que é Poderoso,<br />
Soberano e Supremo,<br />
Tenho um Deus que me ama,<br />
E estou na sua equipa.</p>
<p>Ele é  Sábio e Poderoso,<br />
Jesus é o Seu nome.<br />
Ainda que tudo mude,<br />
O meu Deus permanece o mesmo</p>
<p>O meu Deus sabe tudo o que se passa,<br />
Do princípio ao fim,<br />
A Sua presença é o meu conforto,<br />
É um amigo para mim.</p>
<p>Quando a doença me assola,<br />
E coloca os meus pensamentos no fundo,<br />
Eu clamo pelo meu Poderoso Deus,<br />
E em Seus braços estou seguro.</p></div>
<div>Quando as circunstâncias tentam,<br />
Roubar a minha paz,<br />
Junto ao Seu peito me aconchega,<br />
Cessando o meu temor.</p>
<p>Quando o coração se derrete,<br />
E a fraqueza me controla,<br />
Recolhe-me nos Seus braços,<br />
Aquietando a minha alma.</p>
<p>O grande Eu Sou está comigo,<br />
A minha vida está em suas mãos,<br />
O Filho de Deus é a minha esperança,<br />
Na Sua força me levanto.</p>
<p>Recuso-me a estar derrotado,<br />
Os meus olhos estão no meu Deus,<br />
Prometeu estar comigo,<br />
No percurso do meu viver.</p>
<p>Eu agradeço a Deus em tudo,<br />
Os meus olhos estão postos Nele,<br />
A batalha é Sua, a vitória é minha,<br />
Ajudar-me-á na corrida a vencer.</p>
<p>De B. J. George</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CONFLITO NO MÉDIO ORIENTE</title>
		<link>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/196</link>
		<comments>http://www.icmav.org/blog.carlitos/archives/196#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 19:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[AS MINHAS REFLEXÕES]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.icmav.org/blog.carlitos/?p=196</guid>
		<description><![CDATA[Um amigo meu, enviou-me este texto muito interessante, e que me ajudou a reflectir um pouco melhor sobre o Conflito do Médio Oriente. Está excelentemente bem escrito e acima de tudo, muito sóbrio, na sua análise sobre a situação ali vigente.
Leiam-no com paciência e muita atenção.
Um abraço.
“Quem Contra Quem?”
Desde a década de 1940 o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-full wp-image-200" title="16_meses_de_intifada_palestina" src="http://www.icmav.org/blog.carlitos/wp-content/uploads/2009/01/16_meses_de_intifada_palestina.jpg" alt="16_meses_de_intifada_palestina" width="204" height="176" />Um amigo meu, enviou-me este texto muito interessante, e que me ajudou a reflectir um pouco melhor sobre o Conflito do Médio Oriente. Está excelentemente bem escrito e acima de tudo, muito sóbrio, na sua análise sobre a situação ali vigente.<br />
Leiam-no com paciência e muita atenção.<br />
Um abraço.</p>
<h1>“Quem Contra Quem?”</h1>
<p>Desde a década de 1940 o mundo tem acompanhado, periodicamente, a eclosão de conflitos no Médio Oriente tendo como epicentro Israel/Palestina. <strong>Quais as origens e a natureza desta guerra?<br />
</strong>Primeiramente, não se trata de um conflito entre o Islamismo e o Judaísmo. Ambas as religiões são divididas em correntes (“denominações”). O Judaísmo entre Ortodoxos, Conservadores e Reformistas; os Islâmicos entre Sunitas, Xiitas, Ismaelitas, Wahabitas. Em ambos os lados as suas correntes são subdivididas em sub correntes. Há islâmicos que aceitam a existência do Estado de Israel e há judeus (grande parcela dos Ortodoxos) que são contrários a existência desse Estado, que se pretende um “messias corporativo” e não um “messias pessoal” como acreditam.<br />
A grande maioria dos Islâmicos e dos Judeus vive em outros continentes e regiões, distantes do local do conflito, a ele indiferentes ou contrários.<br />
Em segundo lugar, não se trata de um conflito entre Árabes e Judeus.<br />
A ampla maioria dos islâmicos não é árabe: Indonésia, Bangladesh, Paquistão, Afeganistão, Irão, África Sub-Sahariana. Os Árabes constituem-se em uma minoria dos Islâmicos e nem todos os islâmicos árabes vivem no Médio Oriente (Marrocos, Líbia, Tunísia, Argélia). A maioria dos judeus também vive fora da região, sendo o maior núcleo nos Estados Unidos da América.</p>
<p><span id="more-196"></span><br />
Se nem todo o islâmico é árabe, nem todo o árabe é islâmico.<br />
Há árabes cristãos, drusos, e judeus sefaradies que assimilaram essa cultura. Por sua vez, o termo Israelita é aplicado aos seguidores do judaísmo, e israelense aos cidadãos do Estado de Israel. Entre os israelenses israelitas mais de 80% é formado por ateus ou agnósticos, ou seja, são apenas cidadãos de um Estado e seguidores de uma cultura, mas não praticantes de uma religião. Há israelitas islâmicos, cristãos e drusos.</p>
]]></content:encoded>
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